quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Amor sem Escalas (Up in the Air) - 2009



Está no ar Amor sem Escalas, o esperado novo filme de Jason Reitman, um dos melhores diretores da nova geração e merecidamente reconhecido por trabalhos como Juno e Obrigado por fumar. O elenco conta com as excelentes atuações de George Clooney (Ryan Bingham), Vera Farmiga (Alex) e Anna Kendrick (Natalie), todos em perfeita coesão como se cada personagem tivesse sido delineado para se ajustar a cada um deles. O roteiro foi adaptado pelo próprio Jason Reitman e Sheldon Turner a partir do livro de Walter Kirn "Up in the Air" e venceu, com louvor, o Globo de Ouro 2010. Infelizmente, o título Amor sem Escalas foi mal traduzido em português (mais uma tradução mal feita para distribuição nos cinemas brasileiros), por isso, esqueçamos o título que não diz nada sobre o filme. O brilhantismo clássico de "Up in the Air" enfocado como uma comédia dramática com o toque lúcido de Reitman dificulta qualquer tradução à sua altura, talvez a de Portugual se ajuste mais à realidade deste grandioso longa-metragem, definitivamente, um filme que repousará os seus pensamentos "Nas Nuvens", e lhes garanto que não será de uma forma muito relaxante, afinal, embora ele não seja um filme pessimista, e muito menos moralizante, ele aterrisará no mais profundo das relações humanas tristemente afetadas pela vida moderna, seja corporativa, seja pessoal. Absolutamente, a perfeição do trabalho de Reitman são as nuances entre o humor e o drama, entre a vulnerabilidade do ser humano e sua racional auto-confiança, entre o amor e a solidão.


Para protagonizar Amor sem Escalas, George Clooney foi convocado, surpreendentemente, para interpretar (quase) a si próprio. Ele o interpreta com tanto primor e realismo que chega a ser palpável aos meus olhos. Ele, o solteiro convicto, que desliza pelas mãos das mulheres e assume uma postura de ser totalmente anti-compromisso com a ala feminina, se mantem como o quarentão sexy altamente desejável e bem sucedido. Neste longa-metragem
Ryan Bingham é o consultor de uma corporação, solteirão solitário, averso a relações familiares e praticante de sexo casual que, digamos, mora "nas nuvens" viajando em todo o território americano quase os 30 dias do mês e acumulando milhas aéreas que o posicionam como um cliente Top VIP enquanto realiza o trabalho sujo que a área de Recursos Humanos das empresas apoiadas por seus gestores covardes não têm coragem de fazer: Demitir funcionários. Obviamente, isso não é uma regra no mundo real, garanto-lhes que os RH's de empresas têm coragem de demitir funcionários naquela clássica reunião de final da tarde, quando pedem ao empregado para comparecer em uma sala de reunião, o demitem sem muitos argumentos convincentes, solicitam que ele arrume seus objetos pessoais, deixe o crachá na recepção e passe no dia seguinte no departamento pessoal para assinar a demissão, no entanto Ryan Bingham é pago para não dar este penoso trabalho às empresas. Ele é o homem que demite e que o faz tão naturalmente e com a mesma precisão e sistemática que arruma a sua mala de viagem. Ele é tão importante em tempos de crise para as corporações porque racionaliza a operação de Exit sem sentimentalismos e sem direito de resposta baseado em lavagens de roupas sujas entre empregados, gestores e RH's, por isso torna seu papel bem contemporâneo e prático o suficiente para um negócio, principalmente na crise econômica que impactou muitas empresas que decidiram fazer processos demissionais em massa. Magnificamente e, olhando pelo aspecto do perfil de Ryan, ele é o homem exato para este serviço, afinal, ele tem um apartamento de enfeite para se hospedar em rápidas transições entre uma viagem ou outra, ele vive como se não tivesse família mantendo uma relação distante com as duas irmãs, ele não tem a intenção de construir uma família, ele coleciona transas casuais entre uma aterrissagem ali e outra acolá, ele ama estar nas alturas como se este fosse o seu porto seguro, o seu lar. Ryan é o homem do desapego total, com exceção do desapego ao seu trabalho habiloso(ressaltado por ele) e aos "benefícios do mesmo", a começar, o acúmulo de milhas. Ele é tão altamente focado em acumulá-las, sem dúvidas, o prêmio mais interessante que ele pode tirar, indiretamente, do orçamento da empresa após ouvir as desesperadas reações de funcionários demitidos. Ryan tem cara de homem moderno, aqueles que se identificam bem com o corporativismo insensível e com a vida pessoal sem qualquer laço afetivo. Se você se identifica com este perfil, bem vindo(a) a bordo do vôo Amor sem Escalas, com destino a você mesmo.


Mas não pensem que Ryan está sozinho. Há uma versão feminina dele. Esta é Alex, em uma excepcional performance de Vera Farmiga. Quando ambos se encontram em um dos itinerantes roteiros, de repente, um encaixe completo de duas pessoas atraídas uma pela outra além das leis da atração física. Eles adoram viajar, cartões de fidelidade, mordomias de hotel e, qualquer desapego emocional. Eles se tornam a companhia exemplar um ao outro. São bonitos, inteligentes, sensuais e a química sexual está a todo vapor. Afetividade? Só se for casual, entre lençois e uma baladinha ou outra. Posteriormente e, de forma catártica, percebe-se que Alex é tão prática e solitária quanto Ryan, filhos da modernidade de relações vazias e melancólicas que sempre parece sinalizar que "falta algo", antagonicamente, em meio à praticidade de não ter envolvimentos amorosos. Por incrível que pareça, a versão fêmea de Ryan é poderosamente eficaz em Amor sem Escalas, uma executiva viajante, amante pragmática que, após uma tempestuosa atitude de Ryan, o fará "cair na real", definitivamente e mostrando que há várias mulheres no mundo que seguem seu "versátil" estilo de vida. Por outro lado, ao conhecer Natalie, jovem executiva que propõe um sistema de demissão à Cia através da Internet o qual otimizará os custos com viagem,
Ryan descobre como é um ser vulnerável por trás da racionalidade do consultor de "transição de carreira". Natalie tem um perfil bem interessante para expressar uma faceta dos jovens talentos corporativos no mundo real, por trás da efetividade, tem o perfil dinâmico e agressivo que combina bem com os jovens trainees e estagiários de algumas empresas. Bem graduada, o sinômimo estratégico da efetividade e das grandes idéias, além da clássica "sede ao pote corporativo", a ingênua e dócil agressividade por trás de boa parte dos profissionais juniores, no entanto posteriormente, ela também "cairá na real" e fica evidente que ela é sonhadora como toda mulher que deseja unir carreira e amor. Antes disso, ela aparece como uma pedra de tropeço para Ryan. Ela o incomoda porque está "tocando" em seu precioso cargo de " porta voz da demissao". As viagens diminuiríam, as milhas também. No seu egoísmo e reativa indignação, ele a confronta até que é escalado pelo chefe para treiná-la nas demissões, mostrando o lado real e negro de ser mensageiro da emblemática frase "prezado fulano, lamentamos informar que o seu cargo deixou de existir". A convivência com Natalie durante as viagens terá um efeito catalisador em Ryan porque ele começa a avaliar o vazio de sua vida e, nas contradições de seus pensamentos e atitudes, ele tem reações inesperadas que valem a pena ser conferidas como uma consequência espontânea de seus questionamentos, logo no mínimo, o encontro de Ryan com estas duas mulheres possibilita que ele reflita sobre suas condutas e escolhas, ainda que o filme não julgue e não tome partido de nenhum lado.



Amor sem Escalas é um filme tão limpo que não contamina o espectador com uma resposta imediata, pelo contrário, é uma comédia dramática que faz rir e faz ter medo de chorar por dentro, principalmente quando se avalia que somos Ryans, Alexs e Natalies em algum momento da vida, principalmente naqueles que optamos por abrir mão de nós mesmos para desempenhar um papel em uma corporação e/ou outro meio social ou simplesmente nos tornamos seres racionais em demasiado, precisamente frios e solitários no dia a dia, afastando-se dos valores de amizade e família. Contemplar a racionalidade de Ryan versus a emotividade dos funcionários demitidos é um dos melhores inputs para reflexão.O homem sem família de um lado e homens e mulheres comprometidos com responsabilidades familiares de outro vendo seus mundos desabarem quando a fonte de sustento lhes é tirada, enquanto Ryan segue acumulando suas milhas que lhe darão prestígio e destinos sem lar. Outros válidos inputs para reflexão é avaliar, no final do filme, a decisão profissional de Natalie assim como o comportamento de Alex após presenciar uma imprevisível atitude emocional de Ryan, ambas enfatizam quem elas são em suas essências femininas, pelo menos, em um momento de decisão. Finalmente, Amor sem Escalas é excepcionalmente bem feito, um roteiro bem entrelaçado com diálogos precisos, com o elegante humor de George Clooney assim como a suprema interpretação dele, combinando com ele mesmo e uma maravilhosa e bem selecionada cool trilha sonora. Jason Reitman nos entrega um dos melhores filmes de 2009 que expressa a contemporaneidade das relações humanas, e digo, combina bem principalmente com o meio corporativo e seus tristes desdobramentos, combina bem com o endurecimento das relações, a melancolia da solidão, o status vazio que as pessoas se apegam, a transitoriedade de empregos e dos relacionamentos. Amor sem Escalas também nos confronta com aquela inevitável identificação com as personagens. Eu mesma me vi em todos eles e em diferentes momentos de minha vida, principalmente em Ryan, por isso o filme me foi altamente eficaz, como um espelho que eu fazia questão de esconder. Não lhes nego que, em muitos momentos da minha trajetória profissional e pessoal, desejei ser Ryan e fui um pouco de Ryan, como se isso fosse a liberdade precisa de uma mulher executiva e independente, e vi várias pessoas assim nas empresas que trabalhei, ainda vejo outras por aí, destituídas de qualquer apego emocional. Homens e mulheres que desejam ser Ryans por um dia(ou talvez para sempre) com a mochila vazia nas costas pois as responsabilidades pesam demais, as relações humanas pesam demais, tolerar e amar as pessoas pesa demais, a vida com suas rotinas pesa demais. Homens e mulheres que estão qualificados a esvaziar a mochila a qualquer hora na ânsia por uma atitude de puro ego individualismo, na ânsia por um tipo de escapismo... nas nuvens, ainda que o coração, assim como o de Ryan, uma vez ou outra, ou quem sabe sempre, sinta falta do calor do outro, do calor de ter um chão, com a mochila cheia para ir a um destino que nenhuma milha pode arcar, o final, o nosso verdadeiro lar.


Avaliação Madame Lumière


Título original: Up in the Air
Origem: EUA
Gênero: Drama, Comédia dramática
Duração: 109 min
Diretor(a): Jason Reitman
Roteirista(s): Jason Reitman, Sheldon Turner . Adaptação do romance homônimo de Walter Kirn.
Elenco: George Clooney, Vera Farmiga, Anna Kendrick, Jason Bateman, Amy Morton, Melanie Lynskey, J.K. Simmons, Sam Elliott, Danny McBride , Zach Galifianakis, Chris Lowell, Steve Eastin, Young MC, Cut Chemist, Adrienne Lamping

16 comentários:

  1. Oi Madame!
    Nossa, sentimos muitas coisas iguais sobre Up in the air.
    Após a sessão fiquei tanto tempo pensando sobre minhas atitudes "Ryan" e sobre os desejos "Natalie" que tenho na vida...

    Esse filme é um daqueles presentes que o cinema nos dá de vez em quando. Uma oportunidade de ver algo que nos reflete e faz pensar.

    bjoss

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  2. Este certamente eu quero ver junto a uma amiga, ai ela é louca pelo Clooney.

    Achei muito interessante o que tu escreveu na última postagem. É intrigante pensar que quando as pessoas entregam-se ao 'sim no altar', é como se a própria censura e a consciência moralista determinassem que o desejo permaneceria pelo outro. Embora muitos casamentos hoje em dia durem tão pouco, isso ainda confirma este fato: um desejo que não se sustentou.

    Um abraço... e enviarei teu torrent.
    ;D

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  3. Wow... tive q ler duas vezes pra absorver bem o seu review. e gostei pra caramba. principalmente qdo vc falou que há ryans, natalies e alexs dentro da gente em algum momento.

    tb concordo que o Reitman é um dos melhores da nova geração. ele fez filmes que eu gostaria de ter feito, basicamente. haha

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  4. Oi Madame, tudo bem? Então,Amor sem escalas, que filme maravilhoso né? Nos leva a grandes reflexões. Como vc disse " bem vindo(a) a bordo do vôo Amor sem Escalas, com destino a você mesmo."
    Mais verdadeira e honesta do que essa frase não tem como. Bela e, apaixonada, critica madame. Gostei, especialmente, de ter aberto a nós, seus fiéis leitores, o quanto esse personagem e suas escolhas te afetam ou te afetaram. Obviamente, que todo adulto é tocado pelo filme em níveis e intensidades muito particulares, mas adimiti-lo assim, de forma tão lúcida e emocinal, engrandece seu relato e a percepção que muitos terão do filme. Mais uma vez meus Parabéns!

    BJs!

    PS: O nome do primeiro filme de Reitman é Obrigado por fumar (vc deve ter confundido com o filme nacional em cartaz)

    Mais bjs

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  5. Oi Patty: Que bom que você também se viu no filme, em algumas atitudes. Gosto daquela parte que a Natalie fala sobre as características de um homem para ela (demais!). Realmente o Cinema bem feito é substancialmente uma excelente ferramenta para a reflexão humana. bjs!

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  6. Oi Renato!

    Assista-o, e com prazer! Tenho certeza que, para fins também de análise psicológica/comportamental, Amor sem Escalas é ultramoderno.

    Sobre o comentário sobre o casamento, estás correto em seu adendo. Como te falei lá no seu post, penso esta ser uma questão bem complexa a depender da dinâmica e do insucesso do casamento, mas de maneira geral, muitas vezes o desejo intenso pelo outro existe inicialmente, mas junto com ele há um cobrança social e também pessoal que é dificultada pelas influências convencionais da sociedade. Ninguém casa somente para dizer o "sim". Todo mundo quer que o casamento dê certo!

    Penso também que, muitos casamentos que tendem ao fracasso são concebidos em virtude de uma cobrança pessoal por um desejo que o outro nunca o realizará por completo. De novo, casamento é realmente transformar-se todo dia e reciclar a relação com o outro, regulando estes níveis de satisfação afetiva.

    Abs e obrigada!

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  7. Oi Bruno, legal que se identificou com minha reflexão. E, sim!! Eu gostaria de ter filmando Juno. bjs!

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  8. Oi Reinaldo. Tudo bem! Espero que você também, queridão! Obrigada pelo seu especial comentário, eu aprecio as suas palavras.

    Ultimamente eu ando admitindo muita coisa na minha vida e isso é acompanhado pela maturidade intelectual e emocional. Ano após ano, sucessos e insucessos, logo aprendi a ver no cinema um reflexo de muitas coisas que sinto, que acredito e que estão relacionadas a como ajo. Consigo lidar com o Cinema de forma muito intimista. E, celebro quando surgem filmes como este, em que há um processo de identificação que continuamente me fará pensar e pensar, aceitando a mim mesma e me movendo a mudanças pessoais.

    Amor sem Escalas é único e em sintonia com as angústias do nosso tempo. E eu também sou um ser que admito minha angústia, minha nobre e necessária melancolia. bjs!

    PS: Obrigada por me avisar. Eu te juro que deixei isso passar e nem me dei conta do equívoco. Já alterei! Thanks!

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  9. Realmente, o título Amor sem Escalas é uma tradução errada, remetendo a um filme romântico, e o objetivo do filme não é esse.

    E como você, Madame, também estou fascinado pelo roteiro! Mas será tão complicado escolher o destino do prêmio de melhor roteiro, pois competir com Bastardos Inglórios será uma briga feia.

    Roteiro perfeito (Amor sem escalas) Vs. Roteiro inteligente (Bastardos Inglórios)

    Não sei o que escolher.

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  10. Oi Raphael,

    Também penso que a briga é boa. Também estou no mesmo conflito que você. Do ponto de vista de uma alegoria para uma nova reflexão histórica, ironizada pelo humor Tarantinesco penso que o roteiro de Bastardos Inglórios é realmente supremo, sofisticamente bem elaborado, no entanto o roteiro de Amor sem escalas, para uma realidade de riso cômico e dramático,baseado em uma realidade ultra contemporânea , sem dúvidas, é uma preciosidade, puro glam em roteiro adaptado.

    Nosso dilema é sofrido, porém bem-vindo, não?

    Beijo!

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  11. MaDame, amei sua crítica, apesar de não ter assistido o filme ainda.

    E também notei, assim como o Reinaldo, que você traz muito de si em suas críticas! Acho isso ótimo, pois suas vivencias são compartilhadas com aqueles que leem seus textos, e isso, de certa forma, afeta a nós também! É aquela história de aprender com os erros dos outros em vez dos nossos!!

    Um grande beijo! E estou aprendendo...
    Não virarei um Ryan Binghan quando crescer!!
    rsrsrsrrs

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  12. Sem floreios ou rodeios: é a melhor crítica que li sobre o filme até agora. Talvez por ser exatamente a minha impressão sobre a película. Esta sua visão romantizada da história eu compartilho e achei um filme extremamente bem dirigido. Alias, diria que estou apaixonado por ele.

    [*****]

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  13. Tb sou assim Madame. O cinema funciona como um grande catalisador para mim. Quanto ao papo seu e do rapahel, não há problemas, pois Amor sem escalas é roteiro adptado e Bastardos inglórios é original. Tá tudo em casa.
    Bjs

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  14. Obrigada, Wally! A película tem este poder de despertar a reflexão e também a paixão. abs!

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  15. Oi Reinaldo, Que bom! É isso aí, o cinema é uma dos melhores catalisadores comportamentais que existem. Obrigada por lembrar-me sobre o tema dos roteiros. Respondi tão empolgada que me esqueci que ambos pertencem a diferentes categorias. Que bom, mais torcida para Amor sem Escalas e Bastardos Inglórios! bjs!

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  16. Enquanto todo mundo pulava carnaval, eu fui ao cinema ver AMOR SEM ESCALAS, rs
    Passei o carnaval no cinema e para ser sincero foi o melhor carnaval da minha vida ! rs
    Amor sem Escalas é ótimo e apenas fez com que eu adorasse mais Jason Reitman, que para mim é um dos melhores diretores da atualidade !

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