sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Um Filme, uma canção: Diário de uma Paixão (The Notebook - 2004 ), On the Lake de Aaron Zigman

Um filme, uma canção por Madame Lumière
a combinação inesquecível para uma nostálgica emoção




Se existe uma história de amor no Cinema que me faz sentir tanto amor e tanta dor ao mesmo tempo é Diário de uma Paixão, baseado no best-seller do escritor americano Nicholas Sparks. Amor pela linda love story, dor pela minha própria tragédia amorosa. Ele é um dos meus romances preferidos na Sétima Arte, com todos os sentimentos previstos que nascem de um coração enamorado. Ele é tão emotivo para minha emotiva devoção a ele que, um dia, volto aqui em um momento único para escrever inspiradoras palavras sobre este Diário.





Diário de uma Paixão é tão apaixonadamente doloroso e amoroso que chega a unir o riso e a lágrima em minha face, a dor e a esperança em meu coração. Toda vez que eu o assisto em seu cerne intenso e passional, é como se fosse a primeira vez que o fizera ao sentí-lo aqui, inebriante no meu peito cicatrizado. Vejo-o, e então, revejo diante dos meus olhos o quanto uma paixão ingênua e jovial floresce para um amor sem fim com os momentos de tórrida atração. Eu sempre choro muito neste filme(muito!, principalmente na cena do lago, na cena desta canção), choro como se ele fosse tudo que eu desejasse vivenciar em uma paixão, mesmo com todos os obstáculos vivenciados por Noah Calhoum (Ryan Gosling) e Allie Nelson (Rachel McAdams) para, enfim, viver eternamente ao lado de uma paixão transformada em puro amor, o amor que superou todas as dificuldades de uma relação, do tempo ao silêncio. E, no silêncio de minha alma, ouço on the Lake, em pranto.






Para ouvir On the Lake na íntegra clique aqui

10 comentários:

  1. Realmente essa é uma cena linda madame. Lamento em ouvir, ou ler, sobre sua tragédia amorosa. Mas nossa vida se enriquece delas. É triste.É absurdo. É cruel. Mas é verdadeiro. Somos pessoas melhores por causa de nossas tragédias. Amorosas ou não. No cinema, isso pode ser verificado em romances belos e atemporais como esse.Bem, não vim aqui filosofar. Mas reconhecer que realmente alguns filmes se comunicam com nossas "cicatrizes" de maneira eloquente demais. Gosto disso. E desconfio que vc tb. Bjs

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  2. Oi Reinaldo,

    Obrigada pelas lindas palavras. Elas embelezaram mais ainda este post com a sua lúcida sensibilidade.

    Acho que a maioria de nós tem uma tragédia amorosa, não é mesmo? Talvez a palavra tragédia seja algo muito forte, mas sempre algo morre e revive dentro de nós. Ter tragédias é fundamental assim como os fracassos que são transformados em oportunidades de amadurecimento e posterior sucesso.

    Eu só a assumo como uma tragédia porque tudo que dilacera o coração é penoso demais para ser somente uma "história", ela precisa de um gênero mais condizente com sua intensidade. Por incrível que apareça, querido Reinaldo, eu aprecio tragédias porque são autênticas e, concordo com você, crescemos com ela, nos tornamos pessoas melhores e mais propensas a encontrar a felicidade.

    Bjs, meu querido. Gosto muito dos meus comentários e o quão sinérgicos somos na contemplação da sétima Arte.

    Bjs e bjs!

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  3. Reinaldo, a propósito, eu quis dizer SEUS comentários rsrs e, é verdade, há filmes que se comunicam com nossas cicatrizes, há filmes que são um espelho de nossas mais dramáticas vivenciais e é por isso que eu AMO o Cinema, reflexo de minha vida, companheiro de minhas mais profundas emoções. bjs!

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  4. É verdade madame. Amo o cinema também por essa razões que vc citou. E tb adoro essa nossa sinergia.Bjs

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  5. É um filme tocante, a passionalidade dos personagens concretizam a boa dose de paixão que serve de motivação. Ambos vivem as dores do amor? Gosto muito da verve sentimental que inebria todo o filme, cada cena...

    e gosto do "tom nostálgico" que o filme transpira...

    Ao contrário do intragável, medonho e ridículo "Um amor para recordar", este é um filme simplório que nos cativa, nos fortalece, o amor é real.

    Beijos

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  6. Outra coisinha, quero que, se possivel, reveja Crepusculo com um olhar MAIS inocente, mais calmo e mais permissível. Tenho absoluta certeza que verá atuações sensiveis do par Stewart+Pattinson e vai absorver um bom contexto sentimental interessante da trama...se puder, faça isso, por mim! aí, quem sabe, terá um post aqui sobre isso...rs
    Por mim, reveja...vou querer este post que, assumo, será dedicado a mim, rs

    bj

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  7. Oi Cris: Sim, Diário de uma paixão, um filme que inebria pela sua paixão.

    Rsrs quer dizer que quer um post Crepúsculo em sua homenagem? Ai ai, que responsabilidade e novidade pra mim rsrs. Tentarei fazê-lo com bastante honestidade, mas tenho que estar inspirada para revisar Crepúsculo.

    Não sei se sairá tão inocente e nem se vai atender as suas expectativas porque eu tenho uma forma de ver o filme que provavelmente não passará por cima da minha autêntica opinião sobre ele. Serei eu mesma, Cris! Então tudo pode acontecer...

    De qualquer maneira, o filme é uma love story, não é mesmo? Acho que não fugirá de uma sensibilidade mais juvenil a respeito do amor. De Bella e Edward só poderei arrancar isso mesmo, embora ache o início do filme bem mais passional que romântico. E o review será mais sensível que o de Lua Nova pq acho o filme n. 1 bem mais sensível mesmo.


    bjs!

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  8. Oi Madame!
    Sou suspeita pra falar de qualquer cena de Diários de uma Paixão, uma das histórias de amor mais lindas que já vi no cinema. A cena destacada realmente é um dos pontos chaves do filme e a trilha sonora encaixa perfeitamente. Lindíssima!
    Bjoss

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  9. Patty,
    Somos suspeitíssimas para falar deste grande romance. Lembro-me que você havia me dito isso e, em breve, devo fazer uma evocativa resenha sobre nosso queridinho filme. Te falei que meu dvd dele desgastou horrores? Rsrs...chego a decorar as falas! Rs

    bjs!

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  10. È o filme mais lindo que ja vi, emocionante do começo ao fim quizerá eu viver um amor assim!!!

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