O visionário criador da Mostra, Leon Cakoff faleceu em 14 de Outubro. O Cinema fica mais órfão destes grandes pais que com suas idéias empre...




O visionário criador da Mostra, Leon Cakoff faleceu em 14 de Outubro. O Cinema fica mais órfão destes grandes pais que com suas idéias empreendedoras movem a Sétima Arte a patamares de evolução. É triste, é sempre difícil receber notícias como esta porque o Cinema é uma grande família, na qual a gente enxerga em outro cinéfilo uma parte de nós, a do amor e da dedicaçao pelo Cinema, e assim, a gente abraça o outro com tanto carinho mesmo sem nunca tê-lo visto.


Sempre me lembro do Leon Cakoff quando assisto a filmes do Abbas Kiarostami e do Akira Kurosawa, quando vou à livraria Imprensa Oficial e vejo exposto o livro 30 anos de Mostra, quando um professor de Cinema cita os diretores Wim Wenders e Manoel de Oliveira, quando lembro da primeira Mostra que participei e assisti ao inesquecível filme Alemão O Tunel, quando desejo ter todo o tempo e dinheiro do mundo para assistir a todas as Mostras... mas lembro muito mais dele quando vejo os seus livros Cinema sem Fim e Filmes da minha vida.




Sabe aqueles livros que dá vontade de colocar bem junto ao coração? Combinam com o seu criador, a de um homem que colocou energia e paixão para fazer com que o Cinema fosse visto por mais gente, o Cinema Nacional e Internacional em solo Brasileiro, o Cinema Universal, de tantos países, de tantas propostas estéticas e almas apaixonadas pela imagem, som e movimento que nos cativam em tantos momentos...Agora vou lembrar dele muito mais; lembrar de Leon Cakoff é lembrar de histórias de gente que faz e ama Cinema, gente como ele, que faz a diferença, que encanta com seu conhecimento e sua ação em contínuo movimento para trazer o melhor do Cinema para o Brasil!


Obrigada, Leon Cakoff. Obrigada por me mostrar o Cinema sem Fim.

Após trinta anos do lançamento de Os Incompreendidos , obra prima de François Truffaut que marca a parceria extraordinária do cineasta com ...


Após trinta anos do lançamento de Os Incompreendidos, obra prima de François Truffaut que marca a parceria extraordinária do cineasta com o talento Jean-Pierrre Léaud, o Tailândes Tsai Ming-Liang estreoou o seu longa Face (Visage, 2009) em Cannes, um filme que recupera o mito de Salomé e traz um elenco de peso Francês: a deslubrante top model Laetitia Casta e vários ícones Truffautianos: Fanny Ardant, Jean-Pierre Léaud, Jeanne Moureau, Nathalie Baye, Mathieu Almaric. A narrativa é sobre um diretor que quer filmar a história de Salomé no Museu do Louvre. No cast principal, Fanny faz o papel de uma produtora de Cinema e o mítico Jean-Piere Léaud intepreta a si mesmo como o Rei Herodes, um encontro emblemático que deve ser constantemente contemplado.


Face é um filme metalinguístico por excelência, uma celebração do Cinema através do Cinema, uma evocação das referências cinematográficas Francesas que traz à experiência com o filme o que somente a Sétima Arte poderia realizar: diminuir a zero e com belos côrtes a distância que separam filmes de filmes, fazendo com que nos emocionemos com o poder do Cinema na nossa memória afetiva. O elenco traz os visages (rostos) de vários atores e atrizes que trabalharam com Truffaut, um encontro apoteótico e saudosista.

Uma das imagens selecionadas da bela sequência de Face é um poderoso exercício metalinguístico em Truffaut. Acompanhamos na cena Fanny Ardant filmada em um ângulo de câmera baixa e estática que remete a como Truffaut enquadrou algumas cenas com a beleza sedutora de suas mulheres; mais adiante contemplamos a atriz encantados pela nostalgia cinematográfica em cena: Ela folheia um flipbook de Léaud em Os Incompreendidos, uma tomada criativa de profunda comoção à medida que o rosto de Léaud se aproxima em close e lembramos do jovem incompreendido e rejeitado pela família. Mais esplêndido é o corte desta cena, um corte cronológico de trinta anos na vida real, porém narrativo de microsegundos. Lá está Jean-Pierre Léaud, mais velho e agindo como um rei louco, o Grande Herodes. E, em mais um momento sublime, um corte para a fotografia de Truffaut, envolvido por uma aura carismática, dentro de um livro, que foi uma das suas grandes paixões. A criatura Léaud dá espaço para nos apaixonarmos pela figura de seu criador e pelo poder metalinguístico no Cinema.






Fanny Ardant e Jean-Pierre Léaud, para sempre lembrados através de Truffaut.




Assista o trailer de Face

Somente uma marca luxuosa como Dior poderia unir a beleza de divas do Cinema em uma propaganda arreabatadoramente atemporal. A atriz Charliz...








Somente uma marca luxuosa como Dior poderia unir a beleza de divas do Cinema em uma propaganda arreabatadoramente atemporal. A atriz Charlize Theron, rosto oficial do perfume J'adore, foi filmada no esplêndido Palácio de Versailles por Jean-Jacques Annaud e teve o privilégio de encontrar Grace Kelly, Marlene Dietrich e Marylin Monroe nos bastidores de um desfile fabuloso. Mais uma vez, a publicidade bebe da fonte das deusas da Sétima Arte e divulga mundialmente uma campanha de deslumbrante elegância e requinte. A idéia de unir um elenco estelar com lendas do Cinema Clássico evoca o poder da imagem audiovisual que, com um mero corte, é capaz de unir tempo e espaço, vida e morte, refinamento e beleza de diferentes e inesquecíveis épocas e, novamente, o Cinema e a Publicidade.








Uma escolha recorrente que deu muito certa em dois filmes recentes do Cinema Brasileiro Vips e O Homem do Futuro foi colocar seus prot...



Uma escolha recorrente que deu muito certa em dois filmes recentes do Cinema Brasileiro Vips e O Homem do Futuro foi colocar seus protagonistas, respectivamente Carrera e Zero, interpretados pelo carismático e talentoso ator Wagner Moura para cantar Renato Russo e sua atemporal e saudosíssima Legião Urbana, dessa forma, trazendo à narrativa um momento nostálgico e arrebatadoramente contagiante para a platéia. Não foi só o Cinema que celebrou o quão incrível é relembrar a banda de Rock Brasileira que deixou saudades, mas recentemente até a publicidade, ao lançar o comercial da Vivo para o Dia dos Namorados, fez uma homenagem aos Eduardos e Mônicas de todo o país. Certamente, não haverá surpresas se surgirem novas películas ao som da banda, afinal, Legião Urbana nunca vira clichê, sempre é um momento único da música Brasileira.







Wagner Moura já pode ser chamado carinhosamente de o "Renato Russo do Cinema Brasileiro". Ele tem toda a pegada de ser querido, engajado e um grande ator do Cinema Nacional, que consegue se jogar na interpretação e dar muita vida aos personagens, logo é intenso e divertido vê-lo dançando e cantando como se fosse o próprio cantor-poeta. A forma como as cenas são dirigidas por Toniko Melo (em Vips) e por Claudio Torres (em O Homem do Futuro) projetam aquela idéia de envolvimento com a cena e com a música, é como estar em um show particular com Wagner Moura, erguendo os braços, batendo palmas e cantando junto com ele em uma festinha descolada, descontraída e nostálgica; é como imaginar que todos no set de filmagem começaram a pular e cantar em uma só voz e toda esta incrível energia foi canalizada na composição da cena. Ao interpretar canções emblemáticas como Será e Tempo Perdido, é como se naquele momento cinematográfico, a tela se congelasse para que as emoções dos anos 80 e 90 fossem vivenciadas vivamente pelo espectador. Uma tomada do filme se torna igualmente emblemática e dá uma nova direção do significado daquele momento à experiência com o Cinema. A música não saí da cabeça mesmo após a sessão de Cinema. A vontade é levantar da poltrona, cantar e dançar com Wagner Moura, é curtir a música da Legião Urbana continuamente, é viver um novo tempo do Cinema Brasileiro que resgata o que temos de melhor em nossa cultura.













Bem vindo (a) à Seleção Hot Dads do Cinema por MaDame Lumière, a homenagem do blog aos pais bonitões do Cinema neste Dia dos Pais....






Bem vindo (a) à Seleção Hot Dads do Cinema por MaDame Lumière, a homenagem do blog aos pais bonitões do Cinema neste Dia dos Pais. A Sétima Arte e a paternidade é uma mistura bombasticamente sensual e bela. Não há como negar como é irresistível e terno um homem ao lado do(s) seu(s) filhos , tanto amor e carinho, tanta proteção e amizade. Mais sexy é quando ele é do Cinema. Confira o time Hot Dads da MaDame com dicas de filmes (negritados de azul). Os Dads foram especialmente selecionados de acordo com o charme sedutor de ser um papy cinematográfico.





10º Tom Cruise

É uma missão impossível não arrastar uma asa para o Dad Top Gun!







9º Javier Bardem

Ser pai é bonito, mas ser Dad Javier é muito Biutiful!






8º Lugar: Hugh Jackman

Com um Dad X-Men deste quilate, um tapinha não dói, as garras são bem vindas.







7º andar: Liev Schreiber

Um Dad tão bom marido como este é digno do Despertar de uma paixão.





6º Lugar : Matthew McConaughey

Pode-se aprender Como perder um homem em 10 dias, contato que ele nao seja Dad M.







5º Lugar: Denzel Washington

Este Dad deixaria qualquer mulher incontrolável ... de amores!






4º Lugar: Robert de Niro

Dad de Niro formaria bons companheiros com toda uma família.






3º Lugar: Ben Affleck

Um Dad como este exerce uma atração perigosa, deixa a mulher fora de controle.






2º Lugar : Jude Law

Um Dad para manter sempre closer e curtir um beijo roubado.


1º Lugar: Brad Pitt

Sonho de consumo: Encontro Marcado com Dad Pitt.




Hall of Fame da Seleçao para o inesquecível Heath Ledger,

um dos Dads mais lindos e saudosos de Hollywood.






Pelo menos, alguma vez na vida, alguém já teve vontade de torcer o pescoço do(a) chefe, principalmente se ele(a) não for um(a) líder...





Pelo menos, alguma vez na vida, alguém já teve vontade de torcer o pescoço do(a) chefe, principalmente se ele(a) não for um(a) líder e sim um(a) chefe hierárquico(a), que manda e desmanda,sem consistência e disposto(a) a não facilitar a vida e carreira do empregado. Por tradição e na maioria dos casos, a relação entre chefe e subordinado é uma relação tensa que potencialmente pode se desdobrar seriamente em conflitos e traumas psicológicos como abuso de poder, assédio moral e sexual, assim como em dramas silenciados e diálogos velados, pois muitas pessoas com a preocupação de manter seus empregos a salvo permanecem calados, acabam se tornando funcionários insatisfeitos com o trabalho e que nutrem uma raiva incondicional por seus chefes.







A nova comédia dirigida por Seth Gordon, cineasta que tem experiência em séries na TV como Community e The Officer, se baseia no argumento de que existem chefes horríveis, psicopatas, doentes e chantagistas que abusam moralmente de seus funcionários e que, no limite desta relação de desafeto e de violência psicológica, os empregados decidem matá-los ou, no mínimo, tem vontade de aniquilá-los. Para um assunto tão dramático e pesado como lidar com chefes do mal e ter a insana idéia de assassiná-los, os roteiristas Michael Markowitz, John Francis Daley e Jonathan Goldstein realizaram um filme leve e divertido que recupera através do non sense como os padrões de chefe ruim se repetem e como é difícil e paralisante lidar com eles, além disso o longa tem uma presença cativante em seu elenco estelar que traz nomes como o de Kevin Spacey, Jamie Foxx, Jennifer Aniston, Colin Farell e o hilário trio central Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis.






A história diversifica os tipos de chefe em questão e expõe as diferentes humilhações e abusos sofridos por seus funcionários. Nick Hendricks (Jason Bateman) trabalha para o mercado financeiro e tem um chefe psicopata e violento, Dave Harken (Kevin Spacey, excelente) que controla cronometricamente seus horários de entrada e saída, cria expectativas de promoção de carreira que inexistem e abusa emocionalmente de Nick. A dentista Julia Harris (Jennifer Aniston) é muito mais do que uma ninfomaníaca, ela comete assédio sexual contra seu assistente Dale Arbus (Charlie Day, ótimo) que se vê perseguido e forçado a transar com ela. Já Kurt Buckman (Jason Sudeikis) é um leal funcionário até que seu bom chefe Jack Pellitt (Donald Shuterland) falece e é substituído pelo filho cheirador de cocaína, Bobby (Colin Farrell). Nick, Dale e Kurt decidem contratar um profissional especialista em assassinatos e conhecem Motherfucker Jones (Jamie Foxx , hilário) em um bar barra pesada.




Para um comédia pautada pelo humor negro e em um roteiro que brinca com assuntos sérios como abuso moral e sexual sem deixar de sinalizar a verdade, Quero matar meu chefe é bem dosado mesmo que perca um pouco do desenvolvimento narrativa nos minutos finais. Ainda assim, ele demonstra algumas facetas já conhecidas em relações de chefe e subordinado que aparecem como: o controle de horários e trabalhos extraordinários que impedem que o funcionário tenha uma vida social e familiar, o interesse sexual com cantadas constrangedoras e sem sentido que intimidam e deixam o funcionário sem graça e chefes que herdaram negócios familiares e não estão nem aí para a direção da empresa, passando a prejudicar funcionáriso da casa e de longa data. Para o gênero, o ótimo elenco contribui muito porque permeia em boa parte de suas atuações o sarcasmo negro que ironiza as cômicas situações. Sem dúvidas, a diversão é garantida com muitas piadas e confusões.




Avalição MaDame Lumière



Título Original: Horrible Bosses
Gênero: Comédia
Diretor: Seth Gordton
Roteiristas: Michael Markowitz, John Francis Daley e Jonathan Goldstein
Elenco: Kevin Spacey, Colin Farell,Jennifer Aniston, Jamie Foxx,Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis

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