Manifesto Madame Lumière
Eu não escrevo para algoritmos; escrevo para a alteridade.
No Madame Lumière, o cinema não é produto: é matéria-prima para o ensaio.
Minha entrega é à cultura, às subjetividades e à Arte que expande a consciência.
Quem me acompanha não busca métricas, mas profundidade.
Sou uma ensaísta e essa é a nossa diferença.