
É um filme bom e peculiar, baseado em conversas descontraídas, simples, engraçadas e tristes, e também em enquadramentos recorrentes. Por não exigir uma profundidade de atenção à narrativa e na reflexão sobre a mesma, ele se torna mais leve, envolvente e, por incrível que pareça, desperta a curiosidade para descobrir qual é o propósito de Hong, principalmente com o dejà vu que é orquestrado pelo diretor com o seu montador Hahm Sung-won, no qual há repetições de planos semelhantes como o encontro de Yoo na rua com a mesma jovem atriz e com os mesmos estudantes de cinema, a conversa na mesma mesa do bar entre amigos, o mesmo local para o qual Yoo se dirige a fim de tomar um fôlego pós-bebida e fumar um cigarro, o beijo e a noite de sexo com Yejeon (Kim Bok-jung), a dona do bar, que se parece com sua ex Kyungjin e é interpretada mesma atriz, as mensagens SMS no celular de Yoo enviadas pela ex-amada, as falas de amor de Yejeon e Kyungjin que assemelham e se repetem e que não provocam efeito algum no cineasta, que aparenta aversão a compromissos amorosos.




















