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Por Cristiane Costa, Editora e Crítica de Cinema | Especialista em Comunicação e Projetos
O filme parte da premissa perfeita do suspense doméstico sobre aparências e segredos familiares, entregando um entretenimento que surpreende pelo vigor do seu plot twist. O que se observa é uma adaptação fiel que domina a tensão psicológica e o gaslighting, ancorada pela performance magnética de Amanda Seyfried e o charme de Brandon Skylenar. Embora Sydney Sweeney ganhe fôlego e cresça no segundo ato, o único entrave reside na sua hipersexualização persistente, um estigma que ainda limita a crença plena em sua evolução dramática desde a série Euphoria. O resultado é ⭐⭐⭐: uma excelente diversão que, ao abordar a violência doméstica sob uma máscara sedutora, prova que o perigo mora nos detalhes que escolhemos ignorar.
O Propósito da Crítica Curta
Um panorama direto ao ponto para filmes que merecem sua atenção imediata. A curadoria perfeita para escolher sua próxima sessão de streaming com rapidez e confiança.
Imagem Paris filmes. Divulgação.

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Cristiane Costa, MaDame Lumière