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Por Cristiane Costa, Editora e blogueira crítica de Cinema, especialista em Comunicação
O retorno de Bridget Jones às telas é um exercício de paciência com roteiro prolixo, mas que encontra sua honestidade ao abraçar o luto. Com quase duas horas de duração, a narrativa sofre com tentativas fúteis de repetir fórmulas do passado, como o interesse romântico jovem, evidenciando uma fisionomia cansada que parece ecoar a exaustão da própria franquia. Contudo, o terço final redime ao trocar o humor datado pela maturidade. A performance de Renée Zellweger ressignifica a fragilidade física, transformando o abatimento em recurso dramático para ilustrar uma mulher que integra a ausência do Sr. Darcy à sua nova realidade. A sucessão espiritual de Mark Darcy pelo professor e o simbolismo da coruja ao final selam essa transição, substituindo a urgência da juventude pela afinidade do intelecto e pela paz do legado. Ao som da voz da nova geração, o filme prova que, apesar dos tropeços, há beleza na reconstrução e fôlego na continuidade. De qualquer maneira, Bridget Jones nunca será esquecida, nem ela e nem Mr. Darcy.
Resultado: ⭐⭐⭐
O Propósito da Crítica Curta
Um panorama direto ao ponto para filmes que merecem sua atenção imediata. A curadoria perfeita para escolher sua próxima sessão de streaming com rapidez e confiança.

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