domingo, 14 de agosto de 2011

Feliz Dia dos Pais com a Seleção Hot Dads do Cinema






Bem vindo (a) à Seleção Hot Dads do Cinema por MaDame Lumière, a homenagem do blog aos pais bonitões do Cinema neste Dia dos Pais. A Sétima Arte e a paternidade é uma mistura bombasticamente sensual e bela. Não há como negar como é irresistível e terno um homem ao lado do(s) seu(s) filhos , tanto amor e carinho, tanta proteção e amizade. Mais sexy é quando ele é do Cinema. Confira o time Hot Dads da MaDame com dicas de filmes (negritados de azul). Os Dads foram especialmente selecionados de acordo com o charme sedutor de ser um papy cinematográfico.





10º Tom Cruise

É uma missão impossível não arrastar uma asa para o Dad Top Gun!







9º Javier Bardem

Ser pai é bonito, mas ser Dad Javier é muito Biutiful!






8º Lugar: Hugh Jackman

Com um Dad X-Men deste quilate, um tapinha não dói, as garras são bem vindas.







7º andar: Liev Schreiber

Um Dad tão bom marido como este é digno do Despertar de uma paixão.





6º Lugar : Matthew McConaughey

Pode-se aprender Como perder um homem em 10 dias, contato que ele nao seja Dad M.







5º Lugar: Denzel Washington

Este Dad deixaria qualquer mulher incontrolável ... de amores!






4º Lugar: Robert de Niro

Dad de Niro formaria bons companheiros com toda uma família.






3º Lugar: Ben Affleck

Um Dad como este exerce uma atração perigosa, deixa a mulher fora de controle.






2º Lugar : Jude Law

Um Dad para manter sempre closer e curtir um beijo roubado.


1º Lugar: Brad Pitt

Sonho de consumo: Encontro Marcado com Dad Pitt.




Hall of Fame da Seleçao para o inesquecível Heath Ledger,

um dos Dads mais lindos e saudosos de Hollywood.






sábado, 13 de agosto de 2011

Quero matar meu chefe (Horrible Bosses) - 2011





Pelo menos, alguma vez na vida, alguém já teve vontade de torcer o pescoço do(a) chefe, principalmente se ele(a) não for um(a) líder e sim um(a) chefe hierárquico(a), que manda e desmanda,sem consistência e disposto(a) a não facilitar a vida e carreira do empregado. Por tradição e na maioria dos casos, a relação entre chefe e subordinado é uma relação tensa que potencialmente pode se desdobrar seriamente em conflitos e traumas psicológicos como abuso de poder, assédio moral e sexual, assim como em dramas silenciados e diálogos velados, pois muitas pessoas com a preocupação de manter seus empregos a salvo permanecem calados, acabam se tornando funcionários insatisfeitos com o trabalho e que nutrem uma raiva incondicional por seus chefes.







A nova comédia dirigida por Seth Gordon, cineasta que tem experiência em séries na TV como Community e The Officer, se baseia no argumento de que existem chefes horríveis, psicopatas, doentes e chantagistas que abusam moralmente de seus funcionários e que, no limite desta relação de desafeto e de violência psicológica, os empregados decidem matá-los ou, no mínimo, tem vontade de aniquilá-los. Para um assunto tão dramático e pesado como lidar com chefes do mal e ter a insana idéia de assassiná-los, os roteiristas Michael Markowitz, John Francis Daley e Jonathan Goldstein realizaram um filme leve e divertido que recupera através do non sense como os padrões de chefe ruim se repetem e como é difícil e paralisante lidar com eles, além disso o longa tem uma presença cativante em seu elenco estelar que traz nomes como o de Kevin Spacey, Jamie Foxx, Jennifer Aniston, Colin Farell e o hilário trio central Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis.






A história diversifica os tipos de chefe em questão e expõe as diferentes humilhações e abusos sofridos por seus funcionários. Nick Hendricks (Jason Bateman) trabalha para o mercado financeiro e tem um chefe psicopata e violento, Dave Harken (Kevin Spacey, excelente) que controla cronometricamente seus horários de entrada e saída, cria expectativas de promoção de carreira que inexistem e abusa emocionalmente de Nick. A dentista Julia Harris (Jennifer Aniston) é muito mais do que uma ninfomaníaca, ela comete assédio sexual contra seu assistente Dale Arbus (Charlie Day, ótimo) que se vê perseguido e forçado a transar com ela. Já Kurt Buckman (Jason Sudeikis) é um leal funcionário até que seu bom chefe Jack Pellitt (Donald Shuterland) falece e é substituído pelo filho cheirador de cocaína, Bobby (Colin Farrell). Nick, Dale e Kurt decidem contratar um profissional especialista em assassinatos e conhecem Motherfucker Jones (Jamie Foxx , hilário) em um bar barra pesada.




Para um comédia pautada pelo humor negro e em um roteiro que brinca com assuntos sérios como abuso moral e sexual sem deixar de sinalizar a verdade, Quero matar meu chefe é bem dosado mesmo que perca um pouco do desenvolvimento narrativa nos minutos finais. Ainda assim, ele demonstra algumas facetas já conhecidas em relações de chefe e subordinado que aparecem como: o controle de horários e trabalhos extraordinários que impedem que o funcionário tenha uma vida social e familiar, o interesse sexual com cantadas constrangedoras e sem sentido que intimidam e deixam o funcionário sem graça e chefes que herdaram negócios familiares e não estão nem aí para a direção da empresa, passando a prejudicar funcionáriso da casa e de longa data. Para o gênero, o ótimo elenco contribui muito porque permeia em boa parte de suas atuações o sarcasmo negro que ironiza as cômicas situações. Sem dúvidas, a diversão é garantida com muitas piadas e confusões.




Avalição MaDame Lumière



Título Original: Horrible Bosses
Gênero: Comédia
Diretor: Seth Gordton
Roteiristas: Michael Markowitz, John Francis Daley e Jonathan Goldstein
Elenco: Kevin Spacey, Colin Farell,Jennifer Aniston, Jamie Foxx,Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis